terça-feira, 28 de junho de 2011

Coisas novas no playlist

Gravei uma sequência muito grande de programas que irão ao entre final de junho, julho e início de agosto.
E tem várias músicas e intérpretes novos no playlist. Uma das novidades mais bacanas é Rosemary Clooney. Estamos rolando músicas do álbum John&Rosie. Nele, a cantora gravou várias versões de clássicos da nossa Bossa Nova.
Outra boa estréia é Harcsa Veronika, dona de uma voz extremamente bela.


Confira tudo isso nas próximas edições do programa!

De volta! E com uma boa novidade...

Fiquei bastante tempo sem postar aqui por problemas técnicos. Mas estamos de volta.
A novidade mais importante para passar a vocês é que a FM Unitau agora está na web. Sendo assim, você que não é de Taubaté pode ouvir nosso programa.
Acesse pelo link: http://www.unitau.br/scripts/radio/

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Show do Derico no Barolo em Taubaté

Derico é uma figura super conhecida entre aqueles que adoram assistir o programa Jô Soares. Super talentoso quando o assunto é música, além de atuar junto com O Sexteto no Programa do Jô, é músico exclusivo Yamaha, ministra palestras e “workshops” sobre instrumentos musicais (flauta e saxofone) e a profissionalização e mercado de trabalho para o músico brasileiro. Com mais de 10 CDs gravados, desde pequeno Derico mostra talento e dedicação à música, sendo hoje um músico multi-instrumentista.






Data: 20 de maio
Horário: a partir de 20h00
Local: Av. Charles Schneider,1515,Taubaté - SP
Contato: (12) 3632-0286


www.restaurantebarolo.com.br

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Onde tudo começou...

Bossa Nova: Apartamento de Nara Leão foi berço do movimento
MIGUEL ARCANJO PRADO
da Folha Online (publicado em 29/08/2008)

A cantora Nara Lofego Leão, ou apenas Nara Leão, nasceu em 19 de janeiro de 1942, em Vitória, no Espírito Santo. Ela mudou-se com a família com apenas um ano de idade para o Rio de Janeiro, onde foram viver em Copacabana. Durante a adolescência, começou a estudar violão com Solon Ayala e Patrício Teixeira, que pertenceu ao grupo Batutas de Pixinguinha.

Aos 14 anos, em 1956, resolveu estudar violão na academia de Carlos Lyra e Roberto Menescal, que funcionava em um quarto-e-sala na rua Sá Ferreira, em Copacabana. Mais tarde, a aplicada Nara tornou-se professora da academia.

A partir daí, o apartamento de sua família, em Copacabana, passou a abrigar reuniões da turma que gostava de tocar violão, das quais sairiam os principais nomes da bossa nova. Foi Menescal quem convidou Ronaldo Bôscoli a ir ao apartamento de Nara. De cara, ele ficou interessado nela e os dois se tornaram namorados em 1957. Ele tinha 28 anos e ela 15.

No fim dos anos 50, Nara foi repórter do jornal "Última Hora", onde Bôscoli trabalhava. O noticiário pertencia ao cunhado de Nara, o jornalista Samuel Wainer, marido de sua irmã mais velha, Danuza, já então famosa na alta sociedade carioca.

Com o estouro do novo movimento musical, Nara foi nomeada pelo cronista Sérgio Porto a "musa da bossa nova", espécie de codinome que carregou para sempre. Nara terminou o namoro com Bôscoli, ao saber, pela imprensa, que seu noivo estava tendo um caso com a cantora Maysa, a quem ele acompanhou em uma turnê em Buenos Aires em 1961.

O término do namoro provocou um racha na turma da bossa nova e Nara se aproximou de Carlos Lyra e de suas idéias mais à esquerda. Ela iniciou o namoro com o cineasta Ruy Guerra e passou a se interessar pela música produzida nos morros cariocas. Na segunda metade dos anos 60 morou com o marido Cacá Diegues na França e na Itália. Ela teve dois filhos com ele, Isabel e Francisco. No começo dos anos 70, cursou psicologia na PUC. Nara Leão morreu em 7 de junho de 1989.

Fontes:
ALBIN, Ricardo Cravo. "Dicionário Houaiss Ilustrado [da] Música Popular Brasileira". Rio de Janeiro: Paracatu Editora, 2006.
CASTRO, Ruy. "Chega de Saudade". São Paulo: Companhia das Letras, 1990

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A voz esquecida da bossa nova

Como boa cantora do rádio dos anos 50, Elza Laranjeira (1925-1986) cantava de um tudo. Como "um tudo" deve-se entender samba, samba-canção, bolero, chorinho, baião... A voz suave e afinada de Elza não era das mais adequadas para a bossa nova. Não por ser suave e afinada, mas por ela ter aquela voz empostada, adequada a arranjos orquestrais grandiloquentes, características que a bossa nova rejeitava. Mas Elza sempre foi considerada uma das melhores intérpretes de Dolores Duran (sua gravação de "A noite do meu bem" é clássica) e quem cantava Dolores Duran fatalmente chegava a Tom Jobim. "Eu sei que vou te amar", na voz de Elza, certamente ajudou a bossa nova a entrar no mercado paulista (a cantora fazia sucesso no rádio de São Paulo; a bossa nova, como todo mundo sabe, era tipicamente carioca). E quem gravou, em 1963, um disco inteirinho com o repertório de Tom e Vinicius tem que fazer parte da História da bossa nova. Foi o que Elza Laranjeira fez, embora pouca gente se lembre disso.

Fonte: O Globo

Prontos e aguardando

Já estão gravados os programas para os próximos dois domingos, ou seja, mesmo no feriadão da páscoa teremos um Bossa, Jazz&Cia inédito e recheado de música de qualidade, como sempre.
Há novidades no playlist, como a faixa Brazilian Hime, do grupo Smooth Jazz e uma versão para o sucesso do The Cure, "Boys Don´t Cry", de uma coletânea de sucessos dos anos 1980 versados em bossa nova.
Confira as próximas edições do programa. Vai valer a pena!

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