sexta-feira, 22 de maio de 2009

Gil no SESC SJCampos


Gilberto Gil dará show no SESC SJCampos.

Lembro-me de ter assistido o Gil no SESC de SJCampos nos anos 1980, no show do disco Luar. Já faz algum tempo...

Embora ache que o Gil perdeu muito do gás e da originalidade de seu trabalho (há muita gente que não concorda comigo) ainda é um artista que merece ser assistido, sem dúvida.

O curioso é que o intérprete e compositor baiano incentiva as pessoas a filmarem e fotografarem o show e colocar na internet.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Johnny no SESC


Johnny Alf estará no SESC Pinheiros, dias 23 e 24, acompanhado de Alaíde Costa e Emílio Santiago. Programa imperdível!!!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Virada




Sábado e domingo tem Virada Cultural Paulista em SJCampos. A abertura, no sábado, é com show do Toquinho no Parque da Cidade às 18h00, com entrada franca. Entre as outras tantas atrações, destaco também o show da cantora Vania Bastos, no Teatro Municipal, domingo, às 16h00. Neste show você deve chegar uma hora antes para retirar convite (gratuito) na bilheteria.


É imperdível!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Rapaz de bem

Essa foi postada na comunidade Bossa Nova do orkut, por Reinaldo. E eu TIVE que postar aqui porque é TOTALMENTE relevante.


RUY CASTRO - RIO DE JANEIRO - O pianista, compositor e cantor Johnny Alf fará 80 anos no dia 19 próximo. Se todos os artistas que ele influenciou se dessem as mãos, a corrente humana iria de Vila Isabel, na zona norte do Rio, onde nasceu, em 1929, a Santo André, no ABC paulista, onde mora há dois anos, numa casa de repouso, desde que se submeteu a uma cirurgia e a um longo tratamento.Exceto por alguns shows promovidos por seus fãs -Leny Andrade, Alayde Costa, Emilio Santiago, Cibele Codonho-, não se sabe de homenagens à altura da sua importância. Neste aniversário, ele mereceria um ciclo inteiro de espetáculos reunindo músicos de sua turma (ainda há muitos na praça) e das gerações mais novas, reconstruindo sua obra em vários contextos: orquestra, pequeno conjunto, piano solo, vozes, gafieira, jam session.Os museus da Imagem e do Som do Rio e de São Paulo promoveriam palestras e debates sobre o estado de coisas na música popular quando ele apareceu ao piano de uma boate carioca em 1952 e de como, pouco depois, tivemos a bossa nova. O próprio Johnny gravaria um extenso depoimento para esses museus. Uma TV produziria um especial a seu respeito. Uma editora lançaria seu songbook. E seus discos, sempre difíceis de encontrar, seriam relançados. Mas não há nada disso programado.Johnny não tem aposentadoria nem plano de saúde. Vive de uma pequena poupança e dos caraminguás de seus direitos autorais -e olhe que ele é o autor dos sambas "Rapaz de Bem" e "Fim de Semana em Eldorado", do baião "Céu e Mar", dos sambas-canção "O Que é Amar" e "Eu e a Brisa" e de muitos outros standards da música brasileira. Os 80 anos de Johnny começam daqui a alguns dias e levarão um ano para se completar. Ainda há tempo para homenageá-lo. De preferência, com ele ao piano.

(Folha de São Paulo)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Vem aí!!!


Nos próximos programas passaremos a exibir músicas deste album, de um grupo que recentemente descobri. O som deles é sensacional. Fui pesquisar e achei esse artigo falando deles:


Convergência de Virtuosos do Jazz

Grupo de jazz Mallavoodoo lança Soma, álbum que devolve a coesão de uma obra que reúne habilidades de seus integrantes
Em 2001, o grupo de jazz Mallavoodoo comemorou cinco anos de existência com o lançamento do seu primeiro álbum, O inverno e a garça. Agora, aos 10 anos o quarteto chega a seu segundo CD, Soma, também independente. O lançamento ocorre hoje dentro da programação da Semana da música do Conservatório Pernambucano de Música.
O evento do CPM, que tem início ás 17h, conta ainda com as apresentações de Noise Viola, Anynote e Contrabanda. O Mallavoodoo faz o encerramento, a partir das 19h30.
Formado por Thales Silveira (contrabaixos acústico e elétrico), Mário Lobo (teclados e saxofone), Alexandre Bicudo (violões e guitarras) e Misael Barros (bateria e percussão), o Mallavoodoo faz um jazz contemporâneo marcado pela fusão. Apesar de sofrer influência dos ritmos regionais, contudo, seus integrantes conseguem um resultado mais próximo do conceito universal do gênero.
Para músicos virtuosos que são, uma década de união dos membros originais – Thales, Mário e Bicudo – faz com que esse novo trabalho demonstre ainda mais segurança e consistência. Apesar de recente formação, Misael – que substitui o não menos talentoso Ebel Perrelli, agora envolvido em outros projetos – é igualmente experiente e versátil na cena musical recifense e parece ter se adaptado bem ao conceito e à metodologia do grupo, que prima pela disciplina e perfeccionismo.
Soma, titulo do CD, é também a exposição de uma característica, que já havia no primeiro álbum e que agora aparece mais explícita. A exemplo do primogênito, este segundo possui nove composições individuais dos membros-fundadores – cada qual arranjada por seu autor – nas quais eles demonstram o melhor da aptidão musical individual. O décimo e último tema do disco repete o processo da faixa final do CD anterior, composta em conjunto, desta vez, pelo trio Thales-Mário-Bicudo. Juntos, os dez temas mais uma vez formam uma unidade ímpar, um dos motivos pelos quais o álbum foi batizado de Soma (as outras razões passam por referências literárias e espiritualistas).
Mais uma vez, ainda, os autores voltam a mostrar versatilidade na execução de tipos diferentes de seus instrumentos. Thales com contrabaixos acústicos e elétricos – fretless (sem traste) e Fodera de seis cordas; Mário com teclados e sax soprano; Bicudo com guitarras e violões com cordas de aço e de náilon; e Misael com bateria e percussão.
Apesar de ficar pronto apenas agora, o projeto Soma já tem três anos. Desde então, Thales que assina a produção, só conseguiu viabilizá-lo em 2005, quando o trabalho foi aprovado pelo Sistema de Incentivo à Cultura de Recife. Com apoio cultural da empresa Cidade do Recife Transportes S.A. (CRT), o disco foi gravado no estúdio Via Som e masterizado por Ricardo Garcia no Magic Master, no Rio de Janeiro. Sai com tiragem inicial de mil cópias.


Por: Marcos ToledoJornal do Commércio - Caderno C - Música

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Cena de jazz no Vale

Os bons espaços pra música ao vivo na nossa região são raros.
Há bares com música ao vivo, mas geralmente o que se encontra são ambientes focados em rock e pop e, em outros casos, MPB.
A pergunta que eu sempre faço é: há lugares que tocam jazz? Blues? Bossa Nova? Sabemos que São Paulo tem uma intensa movimentação em torno do jazz, mas o mesmo parece não ocorrer por aqui. Talvez falte até mesmo um espaço adequado. O Vale é pobre em casas de espetáculos e a música fica circunscrita aos ginásios esportivos (shows de grupos/artistas mais populares) e a bares e/ou restaurantes que abrem espaço para a música.
Uma das raras exceções é o SESC. Volta e meia uma de suas unidades aqui na região traz bons espetáculos, com espaços adequados e bom som. Mas parece ser só...
E deve haver bons músicos que se dedicam ao jazz e a bossa nova por aqui. Ou não?!
Manifestem-se.

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