quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Um grupo de jazz do Vale do Paraíba

Formado por Julio Bittencourt (bateria), Benjamin "BJ” Bentes (contrabaixo acústico e viola de 10 cordas) e Luciano Bittencourt (guitarra, violão e vocais), o Julio Bittencourt Jazz Trio está na estrada há 8 anos e já se apresentou ao lado de grandes nomes como: Idriss Boudriuoa, Paulo Moura, Manu La Prince, Leo Gandelman, Thais Motta e Ju Cassou.
O Trio também já acompanhou em turnês pelos Estados Unidos artistas como Ben Champion, Gary Keller e Claudio Celso.
Os caras são de Cruzeiro, aqui no Vale do Paraíba.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Outro excelente álbum


Este vem direto do site EJAZZ


Formado a partir do duo entre Rubens de la Corte (violão) e Sheryl Cohen (voz), com a adição de um trio acústico de jazz (contrabaixo, piano e bateria) e um percussionista para dar o toque brasileiro, o Brazz Jazz mistura a melhor tradição do bebop e do mainstream com o samba e a bossa-nova. Embora esta fusão não seja novidade, e já tenha sido tentada com mais ou menos sucesso por muitos músicos, o CD "Kick off your shoes" é uma ótima surpresa - infelizmente, lançado de maneira independente, o que dificulta sua divulgação e comercialização

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Um álbum sensacional


Uma grande parceria.

Um grande instrumentista e uma grande intérprete.

Vince Benedetti & Diana Krall.

Um disco para ouvir e se deliciar.


Estaremos exibindo algumas faixas deste álbum a partir dos próximos programas.

Conheci esse trabalho no site Ecletic Music.


Se puder, conheça!

De volta

Depois de uma breve paradinha, estamos de volta para tocar este blog com toda a força!
Vamos continuar conversando sobre bossa nova, jazz e música de qualidade.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Livros sobre Bossa Nova

Pra quem quer aprender mais sobre a Bossa Nova, segue sugestões de livros que abordam muito bem o assunto.

CHEGA DE SAUDADE: a história e as histórias da bossa nova, editado pela Cia. das Letras - RUY CASTRO
O BALANÇO DA BOSSA E OUTRAS BOSSAS - AUGUSTO DE CAMPOS
A ONDA QUE SE ERGUEU NO MAR - Ruy Castro Novos Mergulhos na Bossa Nova
ELA É CARIOCA - RUY CASTRO
RIO BOSSA NOVA - Ruy Castro
A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BOSSA NOVA - JOSÉ DOMINGOS RAFFELLI
EU E A BOSSA: UMA HISTORIA DA BOSSA NOVA - CARLOS LYRA
BREVE HISTÓRIA DA BOSSA NOVA - GUCA DOMENICO

Agora é correr para as livrarias e escolher aquele que mais agradar você. Boa leitura!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Mudando de opinião!

No começo eu torcia um pouco o nariz. Coisa de purista. Depois, pus o preconceito um pouco de lado e fui ouvir mais. Acabei gostando bastante. E fui pesquisar sobre o tema. Acabei encontrando este bom artigo e resolvi reproduzi-lo aqui.

Bossa Nova + música eletrônica conquista o mundo (por Zoot Musik)
A Bossa Nova não é mais a mesma. Como qualquer estilo musical, ela foi se interagindo e trocando experiências com os quatro cantos do mundo até desencadear no que hoje nomeamos com várias palavras: eletrobossa, eletro bossa, nu bossa, nu samba, drum ‘n’ bossa e até, erroneamente, electro-bossa. Essa diversidade de palavras se dá, talvez, pela influência que a nossa música exerceu em artistas no mundo todo, mas na verdade quer significar uma coisa apenas: música tipicamente brasileira aliada à elementos eletrônicos.
Uma das primeiras bandas internacionais a utilizar elementos de Bossa Nova e alcançar uma maior projeção na mídia foi o Everything But The Girl, que já desfilava pela brasilidade em seus primeiros discos. Eden e Love Not Money, ambos de 1984, reproduzem nitidamente os primórdios de uma banda influenciada por João Gilberto e Tom Jobim, principalmente, o que culminaria na primeira faixa drum ‘n’ bass com bossa nova a fazer um rebuliço na música pop dos anos 90: Corcovado, de Tom Jobim, presente na coletânea Red Hot + Rio (1996), da série Red Hot.
O que há alguns anos era pura inovação, hoje pode ser encontrado em muitos países. A produção de eletrobossa está concentrada em sua maior parte fora do Brasil. Nova Iorque, Inglaterra, França, Alemanha e Japão são alguns dos lugares onde estão artistas responsáveis por fazer da velha Bossa Nova uma nu-bossa, revisitada, moderna, eletrônica, o que faz com que a influência brasileira na produção destes artistas vá muito além da participação de brasileiros. O importante é saber que existe originalidade nessas músicas, feitas por artistas como Fantastic Plastic Machine, Pizzicato Five, Towa Tei, Kahimi Karie, De Phazz, Touch and Go, Koop, Kings of Convenience, Beck, Azymuth, US 3, Tricatel Inc., Zuco 103, Smoke City, Thievery Corporation, Daúde, Laura Finochiaro, Pat C., a banda Eletrobossa, Bossacucanova, Bebel Gilberto, entre outros.
No Brasil, a Bossa com eletônico se tornou popular e alcançou o grande público com produções de DJs de drum ‘n’ bass, o que acabou apelidando a mistura de drum ‘n’ bossa. Patife e Fernanda Porto regravando Tom Jobim, Marky e Xerxes revisitando Jorge Ben e Toquinho, Ramilson Maia e sua banda Kaleidoscópio são alguns exemplos dos responsáveis por fundir o samba tipicamente brasileiro com o drum ‘n’ bass tipicamente londrino. Não é à toa que Londres é uma das maiores consumidoras deste estilo musical.
O selo novaiorquino Crammed Records é uma excelente fonte pra conhecer grandes títulos de eletrobossa. O site oficial (http://www.crammed.be/) disponibiliza um grande catálogo, com títulos de Bebel Gilberto, Celso Fonseca, Bossacucanova, Cibelle, entre outros. Existem também as coletâneas, como a Brazilounge e a Brazilectro, a última já em sua 6ª edição, apresentando um ótimo panorama pra quem quer entender melhor sobre o assunto.
A Bossa Nova já não é mais a mesma.

Fonte: Pelo Mundo Web Rádio

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